Estou cansado.
fevereiro 23, 2006
fevereiro 22, 2006
janeiro 29, 2006
Olha!!! Está a Nevar!!!
Se eu estivesse em Munique, Frankfurt, Berlim, Zurique, Andorra, Serra Nevada ou em Portugal, na Serra da Estrela ou mais lá para cima, em Bragança e ouvisse esta frase, não ficaria admirado mas em Lisboa?! Pois é! A última vez que tal aconteceu foi em 1954 (ainda eu não era nascido nem planeado... bem antes disso). Pelo que parece na altura foi com muito maior intensidade.
Il Ninõ, Aquecimento (arrefecimento global) ou um inverno mais rigoroso? Não sei, mas que faz frio faz!
janeiro 25, 2006
RE:
Dei por mim a pensar seriamente se alguma vez deveria ter filhos. Isto porque, quase de certeza, que quando, se, nascerem viram com auscultadores nos ouvidos e com sério problemas de saude devido às radiações do Laboratorio. Tenho que passar a andar de coquilha quando vier trabalhar. P.S.: Lembrar: Comprar coquilha de chumbo.
janeiro 03, 2006
Segundo extra
Esta passagem de ano foi a mais longa que já vivi até hoje. Este ano, ao contrário de todos os outros que já vivi até agora, a passagem teve a duração de um segundo. Um segundo completo.... e o que fiz com ele... nada!! Limitei-me a olhar o vazio e sentir esse precioso segundo extra passar. Para que queremos nós grandes ofertas se não sabemos aproveitar as pequenas.
dezembro 28, 2005
Início
A princípio é simples, anda-se sozinho
passa-se nas ruas bem devagarinho
está-se bem no silêncio e no burburinho
bebe-se as certezas num copo de vinho
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
Pouco a pouco o passo faz-se vagabundo
dá-se a volta ao medo, dá-se a volta ao mundo
diz-se do passado, que está moribundo
bebe-se o alento num copo sem fundo
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
E é então que amigos nos oferecem leito
entra-se cansado e sai-se refeito
luta-se por tudo o que se leva a peito
bebe-se, come-se e alguém nos diz: bom proveito
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
Depois vêm cansaços e o corpo fraqueja
olha-se para dentro e já pouco sobeja
pede-se o descanço , por curto que seja
apagam-se duvidas num mar de cerveja
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
Enfim duma escolha faz-se um desafio
enfrenta-se a vida de fio a pavio
navega-se sem mar, sem vela ou navio
bebe-se a coragem até dum copo vazio
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
E entretanto o tempo fez cinza da braza
e outra maré cheia virá da maré vaza
nasce um novo dia e no braço outra asa
brinda-se aos amores com o vinho da casa
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
(letra e música de Sergio Godinho)
passa-se nas ruas bem devagarinho
está-se bem no silêncio e no burburinho
bebe-se as certezas num copo de vinho
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
Pouco a pouco o passo faz-se vagabundo
dá-se a volta ao medo, dá-se a volta ao mundo
diz-se do passado, que está moribundo
bebe-se o alento num copo sem fundo
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
E é então que amigos nos oferecem leito
entra-se cansado e sai-se refeito
luta-se por tudo o que se leva a peito
bebe-se, come-se e alguém nos diz: bom proveito
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
Depois vêm cansaços e o corpo fraqueja
olha-se para dentro e já pouco sobeja
pede-se o descanço , por curto que seja
apagam-se duvidas num mar de cerveja
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
Enfim duma escolha faz-se um desafio
enfrenta-se a vida de fio a pavio
navega-se sem mar, sem vela ou navio
bebe-se a coragem até dum copo vazio
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
E entretanto o tempo fez cinza da braza
e outra maré cheia virá da maré vaza
nasce um novo dia e no braço outra asa
brinda-se aos amores com o vinho da casa
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
(letra e música de Sergio Godinho)
dezembro 05, 2005
O primeiro de muitos
Pois é! Lá vai o meu primeiro amigo dar um passo decisivo para vida adulta. Esta frase dava para uma grande reflexão mas deixo-a para quando tiver tempo, paciência, vontade e/ou todas as anteriores juntas.
O meu colega, amigo e companheiro de alguns momentos mais porreiros da minha vida, Ricardo, vai-se casar. Na próxima semana, mais precisamente no dia 9 o moço vai passar a ser oficialmente comprometido. Ele já o era mas não aos olhos da Lei (seja ela quem fôr - a Lei).
O meu colega, amigo e companheiro de alguns momentos mais porreiros da minha vida, Ricardo, vai-se casar. Na próxima semana, mais precisamente no dia 9 o moço vai passar a ser oficialmente comprometido. Ele já o era mas não aos olhos da Lei (seja ela quem fôr - a Lei).
Parabêns Moço... Muitas Felicidades
dezembro 04, 2005
ColdPlay

Eu prometi a mim mesmo uma colagem sobre o concerto dos ColdPlay. Como fui ao concerto e gostei e guardei registos (sim, fui um daqueles tipos de braço esticado com o telemóvel na mão a filmar, fotografar e a gravar as músicas) acho que devo fazer a minha parte e contar um pouco como foi. Vai atrasada mas que se lixe... ninguém lê isto.
Podia fazer um grande filme sobre que músicas foram tocadas mas raramente me lembro do nome das músicas quando as estou a ouvir e nunca me lembro da sequências. Combinei com alguns amigos e alguns (outros ) amigos combinaram comigo encontrarmos-nos debaixo da criatura enferrujada em frente ao C.C.Vasco da Gama. Mas o que eu não sabia é que os meus amigos (os primeiros e os últimos) tinham também combinado encontrarem-se com outras pessoas noutros sítios e alguns deles se iam atrasar. Por isso a noite começou comigo a apanhar seca ao pé do Pavilhão Atlântico à espera. Passado algum tempo chegou o primeiro grupo (que curiosamente, ou não, não tinha combinado nada com ninguém) e comecei a tentar falar com quem faltava (...-forma evasiva de não escrever mais sobre este assunto que já me está a cansar...)
Quando finalmente entramos e começamos e furar para chegarmos mais próximo do palco apercebi-me que o interior do Pav. Atlântico estava cheio de miúdos. Não é de estranhar visto que são quem tem tempo para ficar à espera que as portas abram durante um dia de semana. Só mesmo quem não trabalha.
O concerto começou logo da melhor forma com uma óptima actuação dos Goldfrapp (grupo que não conhecia, a não ser de nome - Nota mental: Averiguar melhor o grupo). As músicas tinham ritmo e conseguiram agarrar o público (Não que seja difícil ficarmos agarrados num concerto (nós, portugueses). Resumindo, gostei do concerto de abertura o que só ajudou a melhorar a imagem fantástica com que fiquei do concerto.
Ao grupo de abertura seguiu-se o grupo mais esperado e principal "Coldplay" (ou "Toca-Frio" numa tradução crua e literal). O som este de excepção para o pavilhão que, não raras vezes, já deixou alguns grupos mal vistos neste aspecto. Os efeitos visuais utilizados foram discretos mas muito bons, um ecrã gigante transmitia em tempo-real (??) imagens do próprio concerto/ montagens de imagens ou símbolos e muita luz para preencher (isto sem recorrer aos lazer's a percorrer o publico como visto na última tornée). O alinhamento de músicas cobriu os três álbuns com tempo ainda (com a ajuda dos dois encores) para algumas "covers". O tempo de concerto não foi muito longo mas foi muito bom.
Como recordação, não comprei as t-shirts da praxe (o preço das oficiais era proibitivo. Pagar mais por uma t-shirt do que paguei pelo bilhete?!) mas em contrapartida tirei fotos, fiz uns videos e gravei uns sons. Talvez se consiga aproveitar alguma coisa.... dificilmente!
À propósito o tipo da foto lá de cima, que mal se percebe, é o Chris Martin (Máquinas fotografias nos telemóveis, talvez um dia me torne fã, hoje só mesmo para o desenrasca. :p) quando atravessou o pavilhão e veio à cabine de som, não me perguntem como mas ele, ou um duplo, foi.
Fiquem bem,
novembro 30, 2005
O ínicio revisitado? revisto? Não! O Inicio
Comecemos por onde acabamos da última vez... Melhor, voltemos onde tudo começou.
O trabalho acabou mais cedo, vi-me, assim, de repente com duas horas sem nada para fazer. Lembrei-me da inspecção militar obrigatória, e como até ficava a caminho passei por lá. Quando sai dei-me conta do que acabara de fazer: O caminho mais rápido obrigava-me a percorrer um trajecto que não percorria há muito tempo, desde o cinema de despedida. Um triste episódio, que mais valia ter sido evitado.
O mal estava feito, e os fantasmas tem de ser enfrentados, senão viram assombrações feias, medonhas, perseguidoras e intimidantes. Pôs-me a caminho... a cada passo que dava, a chuva aumentava (que ambiente condizente), o meu coração batia mais rápido. Comecei a transpirar (como desejei estar doente e ser essa a causa, mas não!). Era ansiedade, esperança, uma esperança mórbida, e ao mesmo tempo um medo, um terror, de que de repente ao virar a esquina a visse e nos tivéssemos de cruzar... mas não, não tive essa sorte (?).
O caminho continuou até às escadas, escadas tantas vezes subidas e descidas por nós evitando os olhares indiscretos dos estranhos, conhecidos e vizinhos. O primeiro degrau, um arrepio frio, Oh febre onde estás tu? As memórias voltavam a cada passo, a cada esquina. A porta de casa dela aproxima-se, as minhas pulsações disparam, pareço um míudo pequeno à espera das prendas, prestes a ser desiludido.
Passou... fica a memória dos seus cabelos presos nos meus dedos, do acordar e sentir o braço dela abraçando-me, do seu olhar enquanto trabalhava, do seu sorriso ao fazer-me rir. Recordações das conversas enquanto esperávamos que o cansaço vencesse, do seu beijo ao acordar, do seu corpo junto ao meu, de a ouvir dizer o meu nome num suspiro de loucura. Saudades dela, de nós. Até de ver o nome dela no meu telemóvel! Ridiculo? Talvez, mas as boas recordações não ocupam espaço.
O passeio continua e passa junto à porta de casa, sou tomado por um impulso. Tocar à campainha, e saber dela, do que tem feito. Onde está? Como está? E também aquela pergunta aterradora. Resisto. O que lá foi, lá foi. Afasto-me a cada passo e espero que a ansiedade me deixe, mas ao chegar à esquina já cabeça está a lembrar-se do primeiro olhar trocado, do primeiro toque casual, do arrepio que provocou, do primeiro dar de mãos, do primeiro beijo.
A chuva miudinha, a humidade faz-me sentir quente, desconfortável. Olho para trás, para a rua dela que não é, a esta distância, mais do que um cruzamento e sinto o coração a acalmar e vejo o final de tudo. Percebo porque não funcionou e não funcionaria. Só me resta esperar, se adiantar, que a paixão desvaneça como dantes.
"Ninguém disse que era fácil, mas ninguém alguma vez afirmou que era assim tão difícil" (Tradução livre do refrão de "The Scientist" dos ColdPlay). É o que me está constantemente na cabeça.
novembro 11, 2005
Direcção: sinónimo de ...
Concordo plenamente como o Dilbert. Um Engenheiro que postulou um principio que se aplica na perfeição à situação que estou a viver no momento.
Cada dia que passa nesta minha, cada vez mais, querida e estimada empresa fico convencido que a Direcção das (a minha em particular) empresas tem um e só um objectivo: Peturbar a vida pessoal dos funcionários o mais possível.
Só assim se explica que todas as actividades de logística inerentes à própria empresa tenham de ser feitas pelos funcionários fora do seu horário de trabalho. Como se isso não bastasse marcam estas actividades para os dias que menos jeito dá aos funcionários, isto é, às sextas-feiras. As sextas-feiras são aqueles dias que para os funcionários, em especial para os que não são de Lisboa (no meu caso, porque no caso da dita empresa ser noutra cidade...), mais jeito dava sair um pouco mais cedo para viajar, de regresso a casa se for o caso, mas :"Azar! Os funcionário não têm direito a vida pessoal nem a vida famíliar).
Sinto a minha alegria no trabalho e o gosto pela minha entidade patronal a subir a olhos vistos, cada segundo que passa........ohh para ela a subir.....
Cada dia que passa nesta minha, cada vez mais, querida e estimada empresa fico convencido que a Direcção das (a minha em particular) empresas tem um e só um objectivo: Peturbar a vida pessoal dos funcionários o mais possível.
Só assim se explica que todas as actividades de logística inerentes à própria empresa tenham de ser feitas pelos funcionários fora do seu horário de trabalho. Como se isso não bastasse marcam estas actividades para os dias que menos jeito dá aos funcionários, isto é, às sextas-feiras. As sextas-feiras são aqueles dias que para os funcionários, em especial para os que não são de Lisboa (no meu caso, porque no caso da dita empresa ser noutra cidade...), mais jeito dava sair um pouco mais cedo para viajar, de regresso a casa se for o caso, mas :"Azar! Os funcionário não têm direito a vida pessoal nem a vida famíliar).
Sinto a minha alegria no trabalho e o gosto pela minha entidade patronal a subir a olhos vistos, cada segundo que passa........ohh para ela a subir.....
novembro 04, 2005
outubro 28, 2005
Confusões...
Hoje fui confundido com um tipo que aparentemente devia dinheiro a outro. Possivelmente a conversa era treta e aquilo foi uma desculpa para outra coisa qualquer (não consegui perceber bem o quê).
Porque é que nunca me confundiram com alguêm a quem devem dinheiro. Era mais simpático da parte dele!
Porque é que nunca me confundiram com alguêm a quem devem dinheiro. Era mais simpático da parte dele!
outubro 27, 2005
ERA UMA VEZ...
Quatro funcionários de uma qualquer empresa, chamados Toda-a-Gente, Alguém ,Qualquer-Um e Ninguém.
Havia um trabalho importante para fazer e Toda-a-Gente tinha a certeza que Alguém o faria. Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez. Alguém zangou-se porque era um trabalho para Toda-a-Gente. Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas Ninguém constatou que Toda-a-Gente não o faria. No fim, Toda-a-Gente culpou Alguém, quando Ninguém fez o que Qualquer-Um poderia ter feito.
Foi assim que apareceu o Deixa-Andar, um quinto funcionário, que passou a evitar que todos estes problemas acontecam...
outubro 26, 2005
Aos companheiros
À coisa de um ano atrás, consegui terminiar um dos ciclos mais importantes da minha vida. Uma etapa que durou sete anos e alguns meses para completar. Foi uma fase dura, trabalhosa mas também divertida e com os seus momentos hilariantes. Destes últimos anos guardo essencialmente os bons momentos passados com aqueles que se tornaram alguns dos meus melhores amigos.
Os dois primeiros anos, pela adaptação ao estilo de vida que teria que viver nos anos que se seguiram, foram sem dúvida dos mais difíceis pelos quais me lembro de ter passado. A adaptação não correu bem e como tal os resultados não foram os melhores. A melhor parte deste período foi sem dúvida as amizades que fiz, que duram ainda hoje e espero que durem por muitos mais.
A partir daí o meu percurso foi um misto de altos e baixos (como em tudo) e no meio, no ponto de equilíbrio, sempre estiveram os meus companheiros que sempre me apoiaram. E assim o meu curso foi decorrendo, entre paixões e desilusões, entre trabalhos e exames, cada vez faltando menos para o final.
Nos três últimos anos, já perfeitamente adaptado (sem mais desculpas) e motivado encarei o problema: Fazer o que falta o mais rápido possível. Assim foi, nestes três últimos anos não houve cadeira que me desse a volta, não que algumas não se mostrassem complicadas. No meio de tanto empenho consegui, ainda assim, conhecer aquela pessoa (a que escapou). A sua estadia na minha vida, embora de curta duração, marcou-me de tal modo que se ainda hoje se pudesse voltar atrás e reviver alguma coisa de novo escolheria aqueles meses para o fazer.
Finalmente os últimos meses, os mais marcantes e complicados da minha estadia no ensino superior, são sem dúvida para recordar, pelos bons momentos passados e especialmente para que os maus não se repitam. Guardo as minhas opiniões sobre o que se passou (algumas delas já transmitidas outras nem por isso) e delas espero fazer bom uso.
Espero que a fase seguinte seja tão interessante quanto esta foi (difícil, mas não impossível), tão vivida como as anteriores, também que as surpresas sejam melhores e as desilusões (se tiver mesmo que haver) insignificantes quando as compararmos com as passadas. O mais importante é que as amizades que fiz não se percam.
Quanto às boas recordações, resta-me agradecer a todos aqueles que me acompanharam nestes últimos anos pela espantosa companhia e amizade que sempre me proporcionaram. As pessoas de quem falo sabem quem são, por isso faço apenas a enumeração pelo nome próprio: David, Ricardo, Miriam, Luís, António, Pedro, João, Daniel, Tiago, Gonçalo (espero não me estar a esquecer de ninguém) e finalmente mas não menos importante aos meus Pais, Avós e Irmão. A todos vocês um grande OBRIGADO, espero conseguir retribuir a vossa amizade, amor e carinho e também que possa sempre contar com ela.
Um brinde
A vós, por tudo o que me proporcionaram!
Um desejo
Que a vossa presença me ilumine o caminho e me ajude a ser um Homem.
Um grande abraço deste vosso amigo, filho e irmão
Os dois primeiros anos, pela adaptação ao estilo de vida que teria que viver nos anos que se seguiram, foram sem dúvida dos mais difíceis pelos quais me lembro de ter passado. A adaptação não correu bem e como tal os resultados não foram os melhores. A melhor parte deste período foi sem dúvida as amizades que fiz, que duram ainda hoje e espero que durem por muitos mais.
A partir daí o meu percurso foi um misto de altos e baixos (como em tudo) e no meio, no ponto de equilíbrio, sempre estiveram os meus companheiros que sempre me apoiaram. E assim o meu curso foi decorrendo, entre paixões e desilusões, entre trabalhos e exames, cada vez faltando menos para o final.
Nos três últimos anos, já perfeitamente adaptado (sem mais desculpas) e motivado encarei o problema: Fazer o que falta o mais rápido possível. Assim foi, nestes três últimos anos não houve cadeira que me desse a volta, não que algumas não se mostrassem complicadas. No meio de tanto empenho consegui, ainda assim, conhecer aquela pessoa (a que escapou). A sua estadia na minha vida, embora de curta duração, marcou-me de tal modo que se ainda hoje se pudesse voltar atrás e reviver alguma coisa de novo escolheria aqueles meses para o fazer.
Finalmente os últimos meses, os mais marcantes e complicados da minha estadia no ensino superior, são sem dúvida para recordar, pelos bons momentos passados e especialmente para que os maus não se repitam. Guardo as minhas opiniões sobre o que se passou (algumas delas já transmitidas outras nem por isso) e delas espero fazer bom uso.
Espero que a fase seguinte seja tão interessante quanto esta foi (difícil, mas não impossível), tão vivida como as anteriores, também que as surpresas sejam melhores e as desilusões (se tiver mesmo que haver) insignificantes quando as compararmos com as passadas. O mais importante é que as amizades que fiz não se percam.
Quanto às boas recordações, resta-me agradecer a todos aqueles que me acompanharam nestes últimos anos pela espantosa companhia e amizade que sempre me proporcionaram. As pessoas de quem falo sabem quem são, por isso faço apenas a enumeração pelo nome próprio: David, Ricardo, Miriam, Luís, António, Pedro, João, Daniel, Tiago, Gonçalo (espero não me estar a esquecer de ninguém) e finalmente mas não menos importante aos meus Pais, Avós e Irmão. A todos vocês um grande OBRIGADO, espero conseguir retribuir a vossa amizade, amor e carinho e também que possa sempre contar com ela.
Um brinde
A vós, por tudo o que me proporcionaram!
Um desejo
Que a vossa presença me ilumine o caminho e me ajude a ser um Homem.
Um grande abraço deste vosso amigo, filho e irmão
outubro 19, 2005
outubro 17, 2005
Chuva
Chuva,
ela aí está finalmente... ou pelo menos parece. Com ela veio tambem a confusão no trânsito e os atrasos.
ela aí está finalmente... ou pelo menos parece. Com ela veio tambem a confusão no trânsito e os atrasos.
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