David: Significa predilecto, amado e indica uma pessoa que aproveita todas as oportunidades de sucesso que surgem mostrando competência e dedicação. Sente-se muito atraído pelas aventuras amorosas, mas procura acima de tudo ser um bom chefe de família. Do hebraico Dawid - Davi, "amado, respeitado".
janeiro 19, 2007
Origem IV: David
David: Significa predilecto, amado e indica uma pessoa que aproveita todas as oportunidades de sucesso que surgem mostrando competência e dedicação. Sente-se muito atraído pelas aventuras amorosas, mas procura acima de tudo ser um bom chefe de família. Do hebraico Dawid - Davi, "amado, respeitado".
janeiro 16, 2007
Chico-Espertismo ou Comportamentos Civis de Terceiro Mundo a quem aspira ao Primeiro - Parte I
De entre alguns dos grupos que populam o nosso povo, destaco alguns. Os que acham que temos a capacidade de ser o maior povo do mundo (mania das grandezas), os convencidos que somos a porcaria da terra (derrotistas), os que acham que somos uns pobrezinhos (coitadinhos), os que acreditam piamente que a culpa é dos americanos (Anti-Americanos) e o que acham que é castigo de Deus.
Cada um deles defende que o problema de Portugal tem uma origem bem distinta. O problema de Portugal nas suas várias vertentes (que não consigo sequer atingir a mais pequena parte) têm origem em nós próprios. Vejamos o pequeno exemplo do código da estrada.
Segundo me lembro (e não devo errar por muito), o código da estrada, estipula limites de velocidade para a circulação nos vários tipos de estradas. Mas quem o cumpre?! Ninguém (Eu incluído). É necessário que sejam criados radares de velocidade para inibir o comportamento típico dos condutores para estes cumprirem o estipulado no código. Porque esta dupla necessidade?!
Mais uma vez, se bem me lembro, o código diferencia a estrada - zona de circulação dos veículos automóveis - do vulgo "passeio" - zona de circulação dos peões (pedestres). Mas devo estar obviamente errado. Ou isso, ou no distrito de Lisboa existe uma excepção a esta regra do código. Isto porque os condutores Lisboetas (não vou generalizar, mas até podia) acham que os passeios são todos zonas de estacionamento privilegiado.
A razão por trás destes comportamentos (e de muitos outros nas mais variadas faces de Portugal) - acredito eu - além do comodismo que atravessa toda a sociedade (desde o funcionário público, ao primeiro-ministro e presidente da república, passando pelo trabalhador liberal ao por conta-de-outrem) é a nossa natural aversão às regras e a irresistível capacidade de não as cumprir. Nada sabe melhor que dizer à boca cheia no café em frente a amigos e desconhecidos que fui de Lisboa ao Algarve em 1h30m, que o carro nunca foi abaixo dos 150km/h, que conseguiu enganar o fisco, que não paga as multas. E nada sabe melhor que se sentir um herói porque o fazer!
Se forem consultados sobre porque o fazem, a resposta será: "A culpa é do estado"," do governo", "do partido X", "ou Y", "que o clube Z faz o mesmo.", "Burro seria não o fazer!", "Porque não ?! Todos o fazem"… e por aí fora. A principal razão, nunca apresentada é: "Faço-o porque não consigo cumprir regras nem gosto de reconhecer autoridade."
E a autoridade?! Perguntam vocês e bem. Essa não gosta de exercer a autoridade. Compreensivelmente, visto que e cada vez mais a tem menos. Quando a impõe, é o "ai meu Deus que me estão a agredir. Que estão a fazer uma caça às multas e estão a violar os meus direitos!! Que é uma caça às bruxas É o um complô" E o estado, outra figura de autoridade, o que faz?! Está mais preocupado com os interesses do partido que o rege no momento e age concordantemente. Protege os coitadinhos que "estão a ser agredidos" E assim se perpetuam comportamentos.
E, pelo que diz a história, este comportamento não é de hoje. Os romanos já o sabiam. Segundo rezam os registos, um romano ao estudar a região proferiu a seguinte conclusão: "Estranho povo este, Não se governa, nem se deixa governar". E com muita razão, por isso acho que pertenço a outro grupo. O do "Temos o que merecemos!!!"
Não me entendam mal, Eu sou um deles. Tenho alguns destes comportamentos. Embora moderado, sou um deles. Gosto muito do meu Portugal e por isso é que não me conformo com a nossa sina. Está nas nossas mãos mudar isto e andar com isto para a frente... se ao menos deixássemos de tentar ser mais espertos que os outros.
Já me sinto bem melhor…. Já posso retomar o trabalho. Não resolve mas desabafo…. E amanha faço o mesmo.
janeiro 15, 2007
Ahhhh Tão bom...
Mais uma semana sem visitas!!! Este "blog" é um sucesso!!
Se calhar para isso contribui até a minha fraca (inexistente) assiduidade de escrita. Mas se o preço a pagar for esse não me parece mau de todo.
E com esta me fico, com a a certeza, que as minhas pretensões, só devido a esta última publicação, foram goradas.
dezembro 11, 2006
Carta à revista Maria
"Cara Maria,
O meu bigode tem um penteado à Paulo Bento. Serei normal? Serei adepto do SCP e não o sabia? Será reflexo da "Tranquilidade"? O excesso de surf?"
Felizmente, a carta não é real é só um reflexo da minha inquietude relativa à minha barba, em particular ao bigode.
novembro 26, 2006
Conversa de "Management"
Uma das coisas que mais me diverte nas conferências da empresa onde trabalho é a linguagem dos nossos gestores. Parece que eles levam à letra o que se diz sobre não se saber falar Português correctamente. Como se costuma dizer, se o mais velhos não o fazem, os mais novos também não o iram fazer. O exemplo parte dele.
A conferência a que tive de comparecer, porque estas coisas nunca são facultativas, era, entre outras coisas para nos falar sobre o estado da empresa no seio das mudanças que se vão realizar nos próximos meses. Nesse âmbito foram apresentados, pelos diversos directores, os resultados financeiros de alguns departamentos. No meio do aglomerado de asneiras, patadas na língua Portuguesa, piadas de humor duvidoso (na minha opinião), entre outras coisas, foram feitas algumas interpretações, na minha opinião, algo abusivas. Entre outras coisas foi apresentado um gráfico em que mostrava o "tempo de casa" dos funcionários. Nesse gráfico, cerca de 50% estavam no intervalo entre 0 e 2 anos, os restantes 50% dividiam-se entre 3 e 5 com aproximadamente 30% e mais de 5 anos com os restantes 20%. Espantosamente a seguinte afirmação brilhante (abusiva, cínica e altamente tendenciosa) foi proferida pelo Director máximo da empresa: "Como se pode ver pelo gráfico, o tempo médio de casa são os 4 anos, pelo que o tempo de permanência dos colaboradores na nossa organização são 4 anos". Se a primeira afirmação não me parece totalmente errada, visto que o peso de alguém que tenha 20 anos de casa e de alguém que seja acabado de entrar é o mesmo, a conclusão seguinte é claramente errónea. Se ele queria, de facto, fazer uma análise do tempo de permanência dos colaboradores na "organização" (como lhe chama) deveria considerar a moda do tempo de casa ou, em alternativa, o número de anos de casa de todos os trabalhadores que la já trabalharam. Mas a interpretação que ele fez foi a que ele quis fazer (não as que o gráfico transmitia) e as afirmações que ele proferiu foram as que ele queria (e não as referentes aos resultados patentes na informação visual).... Mais valia alterar os valores!! Podíamos perceber que não faziam sentido mas pelo menos não teríamos a certeza que tinham sido eles a adulterá-los. "Foram os tipos dos recursos humanos" ou ainda mais simples "Olha uma gralha".
Depois seguiu-se o cinismo no seu melhor. O custo de produção por hora por trabalhador. Este valor é calculado, de grosso modo, somando todos os custos de produção dos vários produtos da empresa e dividi-los pelo número (declarado) de horas de trabalho de todos os trabalhadores. O valor, em si, representa a quantidade de dinheiro que a empresa gasta, por pessoa, para produzir os bens. E, espantosamente, ao longo dos quatro anos, este valor tem vindo a baixar. Inicialmente era perto de 40€/por hora/por pessoa e agora, quatro anos depois, cinge-se pelos 30€/por hora/pessoa. Ora admitindo por hipótese que existe inflação, então os bens materiais e serviços ficam todos os anos mais caros. Mesmo admitindo que no meio duma organização com a dimensão da empresa em questão, com tanto desperdício que sabemos que as grandes organizações têm, e que muito se esforçam para minimizar, se conseguisse reduzir os desperdícios ao mínimo é óbvio que só se percebe a redução do preço do custo de produção com a estagnação das condições salariais dos mesmos funcionários, que segundo os mesmos iluminados se devem sentir orgulhosos por pertencerem a uma empresa estratégica ao nível nacional e ao nível da casa mãe.
Como é possível uma pessoa sentir-se orgulhosa por pertencer a uma empresa que usa as seguintes respostas (que se fossem anedotas só teria piada como cínicas... se calhar até eram!!!) À pergunta dum colega nosso sobre a forma como a empresa pensava em tornar, indirectamente, a hora de trabalho mais cara. Isto é, sem aumentar o valor do ordenado, a empresa poderia usar outras formas para que o preço da hora efectiva de trabalhos dos trabalhadores aumentasse. Foi dado pelo colega o exemplo da empresa Google que, com essa intenção, permitia aos trabalhadores um dia por semana para realizarem projectos pessoais. Uma espécie de dia de folga passado nas instalações da empresa a trabalhar para eles próprios (em o fruto do trabalho seria aproveitado pela empreas). A resposta, pretendendo ter piada, dada por um deles (não sei se o palhaço pobre se o rico se o triste) que eles já faziam mais que a Google, já davam dois dias em que nem era preciso virem ao local de trabalho. Ridículo.
No fim de contas acho que esperava mais de quadros supostamente superiores. E esse é que é o problema... a esperança.
novembro 23, 2006
outubro 20, 2006
Ondas
Existem, claramente, desportos associados ao inverno e outros ao verão. Por exemplo, dá-me mais prazer dar um passeio de BTT no verão e sentir o ar a passar por mim, do que fazer o mesmo no inverno. O facto de ficar coberto de lama não é uma das sensações que mais agradáveis deste mundo. Há quem goste, eu não discuto. Cada um tem os seus gostos.
O exemplo oposto é o surf. Embora goste surfar em qualquer altura, o mar está mais apelativo no inverno. É quando o mar está grande, as ondas perfeitas e com força que o prazer da surfada é maior. Pessoalmente, não consigo descrever o prazer que apanhar uma onda me traz. É algo que não posso dividir nas suas partes ou separar em componentes. É invisível, e pessoal, algo que não é compartilhável. É uma experiência egoísta. Só quem a experimenta é que sabe o gozo que dá!
Às ondas!!! Que sejam grandes e perfeitas!
outubro 19, 2006
Sabedoria Popular
forte como um touro,
trabalha que nem um cavalo,
e que ao fim da tarde se sente cansado que nem um cão,
devia consultar um veterinário porque é bem possível que seja burro.
Autoria Desconhecida (C)
outubro 12, 2006
outubro 03, 2006
Origem III: Cláudia
Significa o que anda com dificuldade e indica uma pessoa que, graças ao seu carácter arrebatador e audacioso, consegue dirigir suas energias de modo a atingir seus objectivos sem demasiado esforço. Do latim "coxo, manco".
setembro 28, 2006
Desabafo
Não sinto que tenha namorada. Apenas alguém com quem falo regularmente ao telefone. Que me manda mensagens e com quem me subscrevo. É espantoso que, apesar de ter uma namorada (acho eu), continuo só. Os problemas dela, que ela mantém só para ela, são algo em que não só não a consigo ajudar como só ajudam a afastar-nos.
junho 29, 2006
Barbas
Despeço-me com amizade (onde é que eu já ouvi esta?!) directamente das terras bávaras,
junho 14, 2006
Esperteza
Faz bem saber que afinal não é só aqui que há chicos-espertos. A diferença é: "Lá são apanhados, cá são apoiados."
Verbas para vítimas do Katrina usadas em férias, mudança de sexo e bilhetes de futebol
maio 04, 2006
maio 02, 2006
Despedida de solteiro
- Aulas de Surf. Não que queira dizer mal de quem me ensinou a fazer body-board, que por acaso até foi quem organizou as actividades deste fim de semana, mas aulas são aulas e assim é que se ensina. Ele até me ensinou bem, o problema é que o meu jeito não é grande. Ao final de 6 anos, quase 7, ainda não faço grandes coisas numa prancha de body-board, e com uma aulinha apenas (bem, não podemos esquecer que não foi a primeira vez que experimentei Surf e das outras já tinha feito algumas coisinhas) consegui apanhar ondas e por-me em pé. Pronto, tudo bem, era uma long....long board e o mar estava muito regular mas mesmo assim fez-me sentir bem :D;
- BTT. Um passeio muito porreiro pelas estradas de areia e terra batida daquela zona. Por cima das falésias que abundam na zona de Sagres. Muito fixe. Fiquei com pena de não ter levado a minha. Acho que se o tivesse feito teria curtido muito mais. Ainda assim depois de 21,5 km a pedalar sentia-me muito bem. Cansado mas muito bem. :D
- Canoagem de mar. Nunca tinha feito. Já tinha feito canoagem, mas de mar nunca. Ainda por cima num cenário como aquele. A passear dentro de grutas naturais.Grutas em que a única iluminação que se vem por baixo (de dentro da água). Sem palavras.
Tinha vontade de por umas fotos mas ainda não as recebi. Quando as receber, actualizo esta colagem.
Por isso só me resta agradecer ao meu grande amigo, colega e companheiro de aventuras Luís, pela oportunidade de poder partilhar aqueles momentos. Amigo, Colega esse, que daqui a duas semanas e uns dias vai dar mais um passo no caminho da felicidade. Um grande bem haja para ti.
Provérbios I
Do que é que eu falava mesmo?
Voltemos ao tema. Ora aqui vai:
"Albarda-se o burro à vontade do dono."
Pessoalmente prefiro a versão:
"Aldraba-se o dono à vontade do burro."
O motivo da preferência fica entre mim e quem o descobrir.
abril 28, 2006
Origem I: António
Esta nova categoria centra-se no relembrar o significado de alguns nomes. O significados são retirados de páginas sobre o assunto. Nãosão da minha autoria.. .como grande parte das publicações nesta Página.
António: Provavelmente de origem etrusca, seu significado perdeu-se no tempo.

